Resident Evil voltou aos cinemas em 2026 com uma proposta diferente das adaptações anteriores. Sob direção de Zach Cregger, o longa aposta em uma história nova, um protagonista original e uma mistura de terror, ação, suspense e humor. O resultado chamou a atenção dos críticos — mas não conquistou todos os fãs da mesma maneira.
Lançamento: 18 de setembro de 2026 nos EUA
Direção: Zach Cregger
Protagonista: Austin Abrams
Orçamento de produção: US$ 75 milhões, sem marketing
Bilheteria mundial até o primeiro fim de semana: US$ 108,3 milhões
Quando Resident Evil 2026 foi lançado?
O novo Resident Evil chegou aos cinemas em 18 de setembro de 2026, segundo a Sony Pictures. O filme é apresentado como uma reinvenção da franquia e acompanha Bryan, interpretado por Austin Abrams, um entregador de medicamentos que se vê envolvido em uma noite de sobrevivência em meio ao caos.
Diferentemente de uma simples adaptação de um jogo específico, a produção conta uma história original dentro do universo de Resident Evil. Essa escolha é uma das principais razões para a divisão entre os espectadores.
As críticas estão excelentes
Se existe um ponto em que o filme surpreendeu, foi na recepção profissional. O Rotten Tomatoes chegou a registrar 96% de aprovação da crítica, colocando o longa no topo entre as adaptações cinematográficas de Resident Evil. O agregador também registrava 91% de aprovação do público em sua página consultada.
A crítica tem destacado o ritmo, a mistura de horror e humor, a direção de Cregger e a sensação de acompanhar uma experiência que lembra a estrutura de um jogo. A produção também vem sendo tratada como uma das adaptações de videogame mais elogiadas do período.
Então por que o público está dividido?
A resposta está principalmente na liberdade criativa. Parte dos fãs esperava uma adaptação mais próxima dos personagens e elementos tradicionais dos jogos, enquanto Cregger escolheu contar uma nova história com Bryan no centro da ação.
No Brasil, avaliações de espectadores também mostram essa diferença de expectativas. Há quem elogie o ritmo, os sustos, a atuação e a forma como o filme transforma a sobrevivência em uma experiência dinâmica. Ao mesmo tempo, algumas críticas apontam que o humor aparece demais para quem esperava um terror mais sério, e que determinadas escolhas do final dividiram bastante as opiniões.
Isso explica uma situação curiosa: o filme pode ter uma nota agregada muito alta e, ainda assim, gerar discussões fortes entre os fãs. Uma coisa mede a recepção média; a outra revela o quanto a proposta consegue agradar diferentes expectativas.
Quanto custou Resident Evil 2026?
O orçamento de produção informado pela imprensa é de aproximadamente US$ 75 milhões. Esse valor não inclui os gastos de marketing e divulgação.
O número é especialmente relevante porque torna o longa uma das produções mais caras da franquia. Por isso, a estreia comercial ganhou ainda mais importância para a Sony e para os produtores.
Quanto Resident Evil 2026 já faturou?
O resultado inicial foi muito forte. No primeiro fim de semana, o filme arrecadou aproximadamente US$ 60 milhões nos Estados Unidos e Canadá e mais US$ 48,3 milhões internacionalmente.
Isso coloca a estreia mundial em cerca de US$ 108,3 milhões. Ou seja, em poucos dias, a bilheteria já ultrapassou o orçamento de produção de US$ 75 milhões — embora isso não signifique lucro líquido, já que marketing, distribuição e a divisão da receita com os cinemas também entram nessa conta.
A estreia também estabeleceu um novo recorde de abertura para a franquia em território norte-americano, superando a marca anterior de Resident Evil: Afterlife.
O sucesso de bilheteria pode mudar o futuro da franquia
O desempenho comercial é importante porque mostra que existe público para uma nova fase de Resident Evil no cinema. Além disso, a combinação entre boa recepção crítica e forte estreia cria um cenário favorável para que a Sony e os produtores considerem novos projetos.
Ainda assim, é cedo para tratar uma continuação como confirmada. O desempenho das próximas semanas, o comportamento da bilheteria internacional e a decisão criativa do estúdio serão fundamentais.
Uma ideia para aproveitar melhor seus filmes em casa
Se você gosta de assistir filmes e séries pelo celular, uma luminária/suporte pode ser uma solução simples para deixar o aparelho apoiado e facilitar a visualização enquanto você assiste.
Recomendação temporária do PRISMA: confira o produto pelo link abaixo. O link pode gerar comissão para o PRISMA caso uma compra seja realizada.
Ver suporte/luminária →Sem spoilers: vale a pena assistir?
Para quem gosta de terror, criaturas, suspense e adaptações de games que tentam fazer algo diferente, Resident Evil 2026 parece ser uma aposta interessante. A crítica tem sido especialmente favorável, enquanto a reação do público mostra que é importante entrar na sessão sabendo que esta não é uma reprodução direta de uma história específica dos jogos.
A melhor maneira de evitar expectativas erradas é encarar o longa como uma nova aventura ambientada no universo de Resident Evil. Assim, as escolhas de Zach Cregger podem funcionar melhor para quem procura uma experiência de terror com identidade própria.
Será que esse filme terá continuação?
Essa é a grande pergunta depois de uma estreia tão forte. A bilheteria inicial e a recepção crítica dão motivos para imaginar que a franquia ainda pode voltar aos cinemas, mas não há confirmação oficial de uma continuação neste momento.
Se o público continuar comparecendo e a produção mantiver um bom desempenho nas próximas semanas, a conversa sobre um possível Resident Evil 2 de Zach Cregger certamente ficará ainda mais forte.
Resident Evil 2026 filme Resident Evil 2026 Resident Evil crítica Resident Evil bilheteria Resident Evil orçamento
Palavras-chave secundárias:
Zach Cregger Austin Abrams novo filme de Resident Evil Resident Evil sem spoilers filmes de terror 2026 filme baseado em videogame Resident Evil continuação
Fontes consultadas: Sony Pictures (data de lançamento e informações oficiais); Rotten Tomatoes (notas de crítica e público); Associated Press e CNN Brasil (orçamento e bilheteria); Folha de S.Paulo, AdoroCinema e veículos especializados para contexto da recepção. Valores de bilheteria são referentes ao primeiro fim de semana divulgado em 20 de setembro de 2026 e podem mudar conforme novas atualizações.